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	<title>pesquisa &#8211; Poéticas da Experiência</title>
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	<description>Grupo de pesquisa vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG (linha Pragmáticas da Imagem)</description>
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		<title>Poéticas da Experiência lança curadorias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Poeticas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 11:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curadorias]]></category>
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					<description><![CDATA[O site do Poéticas da Experiência passa a compartilhar, quinzenalmente, breves curadorias feitas pelos pesquisadores (alunos e professores) do grupo, em diálogo direto ou indireto com suas pesquisas. Algo se enerva para além de mim, parte de um sol em luto, talvez por ser o nada o eixo de tudo: o sal sobre a pedra, um caracol à deriva - e em cada parte um nome-corpo exato no que hesita. (Edimilson de Almeida Pereira) De uma forma ou de outra, a curadoria sempre esteve presente entre os participantes do Poéticas, não apenas porque as pesquisas, não raro, se traduzem em mostras e exibições em festivais e cineclubes, mas também porque montagem e remontagem são procedimentos comuns tanto no trabalho curatorial, quanto no trabalho de pesquisa. Trata-se, nesse caso, menos de julgar e selecionar obras estéticas, do que de compor com elas um pensamento, instaurar com elas processos de rememoração, retomar pequenas histórias, produzir agenciamentos políticos entre as imagens e o mundo. Ali, entre luto e luta, entre opressão e fabulação, algo se inquieta, “se enerva para além de mim”: quando não são tomadas pela bolsa de valores dos nomes e das apostas, nem pelo cálculo abstrato da produção acadêmica, curadoria e pesquisa são atividades que podem nascer dessa inquietude: contribuem para dar a ver mundos e saberes invisibilizados, memórias apagadas; vidas que existem, persistem, que inventam e imaginam outras histórias e formas de futuro. Ou, como sugere ainda o poema de Edimilson de Almeida Pereira, nomes-corpos exatos no que hesita. Damos início a essa série com Fight the power: breve história do videoclipe político, curadoria criada por Eduardo de Jesus e Luís Flores, a quem agradecemos! Reunindo videoclipes históricos e recentes, o percurso proposto não se quer exaustivo, mas nos permite vislumbrar o modo como, por meio deste objeto híbrido e contraditório da cultura pop, as lutas políticas (principalmente aquelas contra o racismo) se inscrevem no cotidiano, na memória individual e coletiva.]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="http://www.poeticasdaexperiencia.org/2020/07/fight-the-power-breve-historia-do-videoclipe-politico/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="356" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/b01-1024x356.jpg" alt="" class="wp-image-590" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/b01-1024x356.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/b01-300x104.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/b01-768x267.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/b01.jpg 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Clique e confira a primeira curadoria!</mark></figcaption></figure>



<p>O site do Poéticas da Experiência passa a compartilhar, quinzenalmente, breves curadorias feitas pelos pesquisadores (alunos e professores) do grupo, em diálogo direto ou indireto com suas pesquisas.</p>



<p></p>



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<pre class="wp-block-verse has-text-align-right"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><em>Algo se enerva para
além de mim, parte

de um sol em luto,
talvez por ser o nada

o eixo de tudo:
o sal sobre a pedra,

um caracol à deriva
- e em cada parte

um nome-corpo
exato no que hesita.</em>

(Edimilson de Almeida Pereira)</mark>
</pre>
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<p>De uma forma ou de outra, a curadoria sempre esteve presente entre os participantes do Poéticas, não apenas porque as pesquisas, não raro, se traduzem em mostras e exibições em festivais e cineclubes, mas também porque montagem e remontagem são procedimentos comuns tanto no trabalho curatorial, quanto no trabalho de pesquisa. Trata-se, nesse caso, menos de julgar e selecionar obras estéticas, do que de compor com elas um pensamento, instaurar com elas processos de rememoração, retomar pequenas histórias, produzir agenciamentos políticos entre as imagens e o mundo. Ali, entre luto e luta, entre opressão e fabulação, algo se inquieta, “se enerva para além de mim”: quando não são tomadas pela bolsa de valores dos nomes e das apostas, nem pelo cálculo abstrato da produção acadêmica, curadoria e pesquisa são atividades que podem nascer dessa inquietude: contribuem para dar a ver mundos e saberes invisibilizados, memórias apagadas; vidas que existem, persistem, que inventam e imaginam outras histórias e formas de futuro. Ou, como sugere ainda o poema de Edimilson de Almeida Pereira, nomes-corpos exatos no que hesita.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="463" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/imagem-post-lanca-curadorias-1024x463.png" alt="" class="wp-image-577" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/imagem-post-lanca-curadorias-1024x463.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/imagem-post-lanca-curadorias-300x136.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/imagem-post-lanca-curadorias-768x347.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/imagem-post-lanca-curadorias.png 1439w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Lalá (Karol Conka) &#8211; videoclipe integrante de Fight the power</mark></figcaption></figure>
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<p>Damos início a essa série com <em>Fight the power</em>: <em>breve história do videoclipe político</em>, curadoria criada por Eduardo de Jesus e Luís Flores, a quem agradecemos! Reunindo videoclipes históricos e recentes, o percurso proposto não se quer exaustivo, mas nos permite vislumbrar o modo como, por meio deste objeto híbrido e contraditório da cultura pop, as lutas políticas (principalmente aquelas contra o racismo) se inscrevem no cotidiano, na memória individual e coletiva.</p>
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