<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>bandeira &#8211; Poéticas da Experiência</title>
	<atom:link href="https://www.poeticasdaexperiencia.org/tag/bandeira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.poeticasdaexperiencia.org</link>
	<description>Grupo de pesquisa vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG (linha Pragmáticas da Imagem)</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Oct 2024 21:25:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2018/08/cropped-logo_poeticas-1-32x32.jpg</url>
	<title>bandeira &#8211; Poéticas da Experiência</title>
	<link>https://www.poeticasdaexperiencia.org</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Retomar a bandeira do brasil (ou: nossa bandeira sempre foi vermelha)</title>
		<link>https://www.poeticasdaexperiencia.org/2020/07/retomar-a-baneira-do-brasil-ou-nossa-badneira-sempre-foi-vermelha/</link>
					<comments>https://www.poeticasdaexperiencia.org/2020/07/retomar-a-baneira-do-brasil-ou-nossa-badneira-sempre-foi-vermelha/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Poeticas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 15:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curadorias]]></category>
		<category><![CDATA[bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[retomar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.poeticasdaexperiencia.org/?p=606</guid>

					<description><![CDATA[Por Fabio Rodrigues Filho “Mil sonhos serão urdidos na cidadeNa escuridão, no vazio, há amizadeA velha amizadeEsboça um país mais realUm país mais que divino” (Falou amizade – Caetano Veloso) “Já tive um país pequeno, tão pequeno / que andava descalço dentro de mim / um país tão magro que, no seu firmamento, / Não cabia senão uma estrela menina / tão tímida e delicada, que só por dentro brilhava / Eu tive um país escrito sem maiúscula / Não tinha fundos para pagar um herói / Não tinha panos para costurar bandeira / Nem solenidade para entoar um hino / Mas tinha pão e esperança pros viventes / e tinha sonhos pros nascentes / Eu tive um país pequeno” (Poema Didáctico – Socorro Lira / Mia Couto) “Tomem no peso das pedras dos seres / Que nunca sonharam com asas na imaginação&#160;&#160;/ Vivem na superfície da solidão /Como falar com eles de uma nação?” (Abrindo estradas – Manduka / Escutar versão de Ilessi) &#8211; Em 2019, fui à exposição “Epistemologias Comunitárias: arte de autoria negra” [1], no Centro Cultural da UFMG. Em um dos cantos do ambiente expositivo, estava uma obra do artista Desali, da qual me escapa o nome e uma imagem do trabalho, que consistia, à grosso modo, na reprodução da bandeira do Brasil com buchas de lavar prato. A bandeira, ali, no chão, nas cores verde e amarelo (ambas em tom carcomido pelo uso das buchas), expunha-se sem a esfera azul, sem estrelas e sem palavras de ordem. Estando no chão, descalça, em primeiro momento, a bandeira denunciava já o nosso olhar que supostamente se colocava em estatura superior a ela.&#160; Além do que me restou da sensação que tive no primeiro contato com o trabalho, nada mais sei da obra. Reuni aqui, nesta proposição, outros trabalhos que encontrei e que, ao meu ver, avizinham-se daquele de Desali: ao retomar o símbolo nacional, o desmontam; ao aproximar a bandeira da concretude da vida, do presente e das lutas por justiça social, a desoficializa. &#8211; Em cena de um filme recente, Grace Passô, diretora e atriz, acorda de um sonho (marcado por vozes em chamas e brasas crepitando). Despertar significa, na narrativa, descobrir que o Brasil é um sonho. Trata-se de uma cena do curta-metragem República (15’, 2020). Entre sonho e realidade, entre narrativa e meta-linguagem, um encontro inesperado irrompe: a vinda impávida de uma xamã informa que se o Brasil de alguns acabou, o dele nunca existiu. Contudente cena em um cenário de pandemia e de crise política generalizada no país. A bandeira do Brasil, tal com conhecemos, foi criada e instituída dias após a proclamação da república, em 1889. Quatro dia depois, para ser mais preciso, e nesse intervalo figurou como símbolo da nação uma bandeira que nada mais era do que um plágio da bandeira dos EUA. Lembro, pela aproximação dessas discussões sobre Repúblicas (o filme e o Estado), de uma cena recente, em março de 2020, quando um imigrante haitiano [2] profere, em frente ao Palácio da Alvorada: “Bolsonaro acabou&#8230;” &#8211; A farsa da grande narrativa: “(&#8230;) A melhor maneira de arrematar a história do Brasil de uma maneira edificante é dizer que mesmo os índios e negros sendo esfolados e mortificados, ainda ergueram a bandeira da brasilidade. Mesmo com os brancos descendo a chibata nos negros e índios, aqueles índios e negros eram tão cristãos, tão compassivos e devotos que estavam levantando a bandeira do Brasil escrita ‘ordem e progresso’. Então é um épico totalmente picareta e mistificador da nossa formação” (Ailton Krenak, 2018)[3]. &#8211; Ao escrever sobre uma série realizada por Jaime Lauriano junto a artesãs das cinco regiões do Brasil, Hélio Menezes (2019) observa que o artista “toma aqui a oficialidade pelo seu revés, cônscio de que a verdade da história (se alguma há), tal como o bordado, se encontra em seu avesso”. Trata-se da série Bandeira Nacional (2016)[4] que, ainda nas palavras de Menezes, são, no espaço expositivo, arremedos paródicos e desoficializantes do Estado. A expressão parece justa ao trabalho e, guardadas as diferenças (e com a licença do desvio de abertura), diríamos que, aqui, também reside algo desoficializante, na medida em que estes trabalhos colocam em cena algo que o símbolo, a bandeira, parece silenciar ou susbsumir. “O avesso do mesmo lugar” – como cantou a Estação Primeira de Mangueira, em 2019 –, ou “a história que a história não conta”. Entre o paródico e o mimético, estaríamos falando de um exercício de “escovar a bandeira a contrapelo”? &#8211; “Nunca houve um documento da cultura que não seja, ao mesmo tempo, um documento da barbárie. E, assim como ele não está livre da barbárie, também não o está o processo de sua transmissão, transmissão na qual ele passou de um vencedor a outro” (W. Benajmim, 1940). &#8211; Lembremos que, ao contrário do que se possa pensar, o verde e amarelo instaurado como cores da bandeira não são, a rigor, representações das matas e das riquezas (dos ouros), mas as cores das duas grandes Casas que originaram o Brasil independente: “o verde representava a Casa de Bragança, de dom Pedro 1º, de Portugal, e o amarelo representava a Casa de Habsburgo, de Maria Leopoldina, da Áustria”, como nos diz Lais Modelli, em matéria da BBC, em 2019[5]. O globo azul chega depois, substituindo o brasão da monarquia e inscrevendo um ponto de vista do céu de 15/11 no Rio de Janeiro. A esfera, como sabemos, recebe a faixa branca onde se lê: “Ordem e Progresso”. &#8211; “ (..,) O amor vem por princípio, a ordem por baseO progresso é que deve vir por fimDesprezaste esta lei de Auguste ComteE foste ser feliz longe de mim” (Noel Rosa e Oreste Barbosa, Positivismo, 1933) &#8211; A frase que inspira a canção acima, e também a bandeira do Brasil, é de autoria do francês Augusto Comte – máxima estruturada e que estrutura a lógica positivista: amor, ordem e progresso. Ausente na frase da bandeira, poderíamos dizer que o amor, como um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1650" height="597" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Divulgacao-1.webp" alt="" class="wp-image-740" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Divulgacao-1.webp 1650w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Divulgacao-1-300x109.webp 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Divulgacao-1-1024x371.webp 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Divulgacao-1-768x278.webp 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Divulgacao-1-1536x556.webp 1536w" sizes="(max-width: 1650px) 100vw, 1650px" /></figure>



<p class="has-vivid-red-color has-text-color" style="font-size:11px">Por Fabio Rodrigues Filho</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-right has-vivid-red-color has-text-color" style="font-size:10px">“Mil sonhos serão urdidos na cidade<br>Na escuridão, no vazio, há amizade<br>A velha amizade<br>Esboça um país mais real<br>Um país mais que divino” </p>



<p class="has-text-align-right has-vivid-red-color has-text-color" style="font-size:10px">(<em>Falou amizade</em> – Caetano Veloso)</p>



<p class="has-text-align-right has-vivid-red-color has-text-color" style="font-size:10px">“Já tive um país pequeno, tão pequeno / que andava descalço dentro de mim / um país tão magro que, no seu firmamento, / Não cabia senão uma estrela menina / tão tímida e delicada, que só por dentro brilhava / Eu tive um país escrito sem maiúscula / Não tinha fundos para pagar um herói / Não tinha panos para costurar bandeira / Nem solenidade para entoar um hino / Mas tinha pão e esperança pros viventes / e tinha sonhos pros nascentes / Eu tive um país pequeno”</p>



<p class="has-text-align-right has-vivid-red-color has-text-color" style="font-size:10px">(<em>Poema Didáctico</em> – Socorro Lira / Mia Couto)</p>



<p class="has-text-align-right has-vivid-red-color has-text-color" style="font-size:10px">“Tomem no peso das pedras dos seres / Que nunca sonharam com asas na imaginação&nbsp;&nbsp;/ Vivem na superfície da solidão /Como falar com eles de uma nação?”</p>



<p class="has-text-align-right has-vivid-red-color has-text-color" style="font-size:10px">(<em>Abrindo estradas</em> – Manduka / Escutar versão de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rxV9Q44te9Q">Ilessi</a>)</p>
</div>
</div>



<p>&#8211; Em 2019, fui à exposição “Epistemologias Comunitárias: arte de autoria negra” [1], no Centro Cultural da UFMG. Em um dos cantos do ambiente expositivo, estava uma obra do artista <a href="https://labcult.eci.ufmg.br/epistemologiacomunitaria/index.php/warley-desali/">Desali</a>, da qual me escapa o nome e uma imagem do trabalho, que consistia, à grosso modo, na reprodução da bandeira do Brasil com buchas de lavar prato. A bandeira, ali, no chão, nas cores verde e amarelo (ambas em tom carcomido pelo uso das buchas), expunha-se sem a esfera azul, sem estrelas e sem palavras de ordem. Estando no chão, descalça, em primeiro momento, a bandeira denunciava já o nosso olhar que supostamente se colocava em estatura <em>superior</em> a ela.&nbsp; Além do que me restou da sensação que tive no primeiro contato com o trabalho, nada mais sei da obra. Reuni aqui, nesta proposição, outros trabalhos que encontrei e que, ao meu ver, avizinham-se daquele de Desali: ao retomar o símbolo nacional, o desmontam; ao aproximar a bandeira da concretude da vida, do presente e das lutas por justiça social, a desoficializa.</p>



<p>&#8211; Em cena de um filme recente, Grace Passô, diretora e atriz, acorda de um sonho (marcado por vozes em chamas e brasas crepitando). Despertar significa, na narrativa, descobrir que o Brasil é um sonho. Trata-se de uma cena do curta-metragem <a href="https://ims.com.br/convida/grace-passo/"><em>República</em></a> (15’, 2020). Entre sonho e realidade, entre narrativa e meta-linguagem, um encontro inesperado irrompe: a vinda impávida de uma xamã informa que se o Brasil de alguns acabou, o dele nunca existiu. Contudente cena em um cenário de pandemia e de crise política generalizada no país. A bandeira do Brasil, tal com conhecemos, foi criada e instituída dias após a proclamação da república, em 1889. Quatro dia depois, para ser mais preciso, e nesse intervalo figurou como símbolo da nação uma bandeira que nada mais era do que um plágio da bandeira dos EUA. Lembro, pela aproximação dessas discussões sobre Repúblicas (o filme e o Estado), de uma cena recente, em março de 2020, quando um imigrante haitiano [2] profere, em frente ao Palácio da Alvorada: “Bolsonaro acabou&#8230;”</p>



<p>&#8211; A farsa da grande narrativa: “(&#8230;) A melhor maneira de arrematar a história do Brasil de uma maneira edificante é dizer que mesmo os índios e negros sendo esfolados e mortificados, ainda ergueram a bandeira da brasilidade. Mesmo com os brancos descendo a chibata nos negros e índios, aqueles índios e negros eram tão cristãos, tão compassivos e devotos que estavam levantando a bandeira do Brasil escrita ‘ordem e progresso’. Então é um épico totalmente picareta e mistificador da nossa formação” (Ailton Krenak, 2018)[3].</p>



<p>&#8211; Ao escrever sobre uma série realizada por Jaime Lauriano junto a artesãs das cinco regiões do Brasil, <a href="https://www.select.art.br/jaime-lauriano-contra-a-oficialidade/">Hélio Menezes</a> (2019) observa que o artista “toma aqui a oficialidade pelo seu revés, cônscio de que a verdade da história (se alguma há), tal como o bordado, se encontra em seu avesso”. Trata-se da série Bandeira Nacional (2016)[4] que, ainda nas palavras de Menezes, são, no espaço expositivo, <em>arremedos paródicos e desoficializantes do Estado</em>. A expressão parece justa ao trabalho e, guardadas as diferenças (e com a licença do desvio de abertura), diríamos que, aqui, também reside algo desoficializante, na medida em que estes trabalhos colocam em cena algo que o símbolo, a bandeira, parece silenciar ou susbsumir. “O avesso do mesmo lugar” – como cantou a Estação Primeira de Mangueira, em 2019 –, ou “a história que a história não conta”. Entre o paródico e o mimético, estaríamos falando de um exercício de “escovar a bandeira a contrapelo”?</p>



<p>&#8211; “Nunca houve um documento da cultura que não seja, ao mesmo tempo, um documento da barbárie. E, assim como ele não está livre da barbárie, também não o está o processo de sua transmissão, transmissão na qual ele passou de um vencedor a outro” (W. Benajmim, 1940).</p>



<p>&#8211; Lembremos que, ao contrário do que se possa pensar, o verde e amarelo instaurado como cores da bandeira não são, a rigor, representações das matas e das riquezas (dos ouros), mas as cores das duas grandes Casas que originaram o Brasil independente: “o verde representava a Casa de Bragança, de dom Pedro 1º, de Portugal, e o amarelo representava a Casa de Habsburgo, de Maria Leopoldina, da Áustria”, como nos diz Lais Modelli, em matéria da BBC, em 2019[5]. O globo azul chega depois, substituindo o brasão da monarquia e inscrevendo um ponto de vista do céu de 15/11 no Rio de Janeiro. A esfera, como sabemos, recebe a faixa branca onde se lê: “Ordem e Progresso”.</p>



<p>&#8211; “ (..,) O amor vem por princípio, a ordem por base<br>O progresso é que deve vir por fim<br>Desprezaste esta lei de Auguste Comte<br>E foste ser feliz longe de mim”</p>



<p>(Noel Rosa e Oreste Barbosa, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kWJK4M5HvOw"><em>Positivismo</em></a>, 1933)</p>



<p>&#8211; A frase que inspira a canção acima, e também a bandeira do Brasil, é de autoria do francês Augusto Comte – máxima estruturada e que estrutura a lógica positivista: amor, ordem e progresso. Ausente na frase da bandeira, poderíamos dizer que o <em>amor</em>, como um fantasma, incide e viria encarnar anos depois, durante a ditadura militar, em 1964, no terrível slogan ufanista do governo do general &nbsp;Médici (1969 &#8211; 74). Na ditadura, como nos lembra Jaime Lauriano, “institucionalizou-se os símbolos nacionais tornando lei os usos e aplicações destes símbolos”. Foi nesse contexto que o <em>amor</em>, ausente do slogan da bandeira, mas firme na ideia, atualizou-se na propaganda “Brasil ame-o ou deixe-o” – frase deprimente que foi recuperada em 2018 por Sílvio Santos, em anúncio pró-bolsonaro no SBT.</p>



<p>&#8211; Em resumo, esta proposição <em>compartilha</em> uma série de bandeiras que encontrei ao longo de meses flanando pela internet. Não se trata de um agrupamento de estrelas, mas a tentativa de propor um exercício de constelação, arriscando-se a imaginar com outras bandeiras uma desmontagem para o símbolo nacional – desmontagem que acontece pela retomada e desvio desse arquivo. “Em cada desvio há um gesto singular: andar descalço, bordar, colar, deslocar, reescrever, perfurar, rasgar. Eles lembram gestos cotidianos de recusa ao que a nação impõe como opressão”[6]. Assim, tal como a metáfora do bordado, o título deste processo de curadoria só nomeia quando no seu avesso complementar: “desmontar a bandeira do brasil”, portanto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="323" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Nova-Imagem-1024x323.webp" alt="" class="wp-image-725" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Nova-Imagem-1024x323.webp 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Nova-Imagem-300x95.webp 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Nova-Imagem-768x242.webp 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Nova-Imagem-1536x484.webp 1536w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/Nova-Imagem.webp 1894w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-vivid-red-color has-css-opacity has-vivid-red-background-color has-background is-style-default"/>



<div class="wp-block-group is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:32%"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>
</div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="720" height="720" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/1.webp" alt="" class="wp-image-608 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/1.webp 720w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/1-300x300.webp 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/1-150x150.webp 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px">Arte criada pela designer e ilustradora <strong>Ana </strong><strong>Cattini</strong>, em 2020.</p>



<p style="font-size:10px">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/p/B9riZEgHHT2/">https://www.instagram.com/p/B9riZEgHHT2/</a></p>
</div></div>



<div style="height:74px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 56%"><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px"><em>Deu ruim</em>, de <strong>Caetano Costa</strong>. Aquarela sobre papel. Recife, 2018. Coleção particular de E.S. Mais informações: <a>https</a><a href="https://www.instagram.com/_caetanocosta/">://www.instagram.com/_caetanocosta/</a> </p>



<p style="font-size:10px">DEU RUIM II, de <strong>Caetano Costa</strong><br>Aquarela sobre papel.<br>Recife, 2018.<br>Coleção particular de L.F.</p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="837" height="788" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/2.webp" alt="" class="wp-image-609 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/2.webp 837w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/2-300x282.webp 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/2-768x723.webp 768w" sizes="(max-width: 837px) 100vw, 837px" /></figure></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 56%"><div class="wp-block-media-text__content">
<pre class="wp-block-verse"></pre>



<p style="font-size:10px"></p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="842" height="741" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/3.webp" alt="" class="wp-image-610 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/3.webp 842w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/3-300x264.webp 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/3-768x676.webp 768w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" /></figure></div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="345" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/4-Frame-RS-atriz-retoma-a-bandeira.webp" alt="" class="wp-image-611" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/4-Frame-RS-atriz-retoma-a-bandeira.webp 600w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/4-Frame-RS-atriz-retoma-a-bandeira-300x173.webp 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">A atriz Ana Luiza Bergmann no protesto contra a Carreata da Morte / Imagem:<strong> Moisés Mendes.</strong> Frame de vídeo encontrado&nbsp; em matéria publicada no site Desacato, em abril de 2020.</p>



<p style="font-size:10px">Mais informações:<br><a href="http://desacato.info/atriz-resgata-a-bandeira-do-brasil-que-havia-sido-sequestrada-pelas-milicias-de-bolsonaro/?fbclid=IwAR0Zq11X-3-SByR-wN3Zs3EukyJL7DdL0TqalLNPhMvDCvaRaqsTWupvYvc">http://desacato.info/atriz-resgata-a-bandeira-do-brasil-que-havia-sido-sequestrada-pelas-milicias-de-bolsonaro/?fbclid=IwAR0Zq11X-3-SByR-wN3Zs3EukyJL7DdL0TqalLNPhMvDCvaRaqsTWupvYvc</a></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>
</div>



<div class="wp-block-group alignwide is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/6.webp" alt="" class="wp-image-612" width="426" height="319" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/6.webp 1080w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/6-300x225.webp 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/6-1024x768.webp 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/6-768x576.webp 768w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /><figcaption class="wp-element-caption"><br>.</figcaption></figure>



<p style="font-size:10px">Bandeira,<br><strong>Coletivo DOMA</strong><br>Abril de 2018</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">“DO MUNDO –&nbsp; Em exposição na Adelina Galeria, o coletivo argentino DOMA satiriza a sociedade contemporânea, cuja indecisão existencial já não é mais &#8216;ser ou não ser&#8217;, mas sim &#8216;crédito ou débito&#8217;.” Mais informações: <a rel="noreferrer noopener" href="http://www.dasartes.com.br/" target="_blank">www.dasartes.com.br</a></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>
</div>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px"></p>



<p></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/5.webp" alt="" class="wp-image-613" width="251" height="355" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/5.webp 683w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/5-212x300.webp 212w" sizes="(max-width: 251px) 100vw, 251px" /></figure>
</div>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/9-1024x1024.webp" alt="" class="wp-image-619" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/9-1024x1024.webp 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/9-300x300.webp 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/9-150x150.webp 150w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/9-768x768.webp 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/9.webp 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">Da série: “Cenas para uma vida melhor”, de <strong>Marta Neves</strong>. Bordado com miçangas e lantejoulas sobre transfer em tecido de algodão / 27 cm x 38,5cm / ano 2020.</p>



<p style="font-size:10px">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/p/CBlumWVFNUz/">www.instagram.com/nevesmarta</a></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="717" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/7-andre-valillas-1024x717.webp" alt="" class="wp-image-614" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/7-andre-valillas-1024x717.webp 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/7-andre-valillas-300x210.webp 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/7-andre-valillas-768x538.webp 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/7-andre-valillas.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p style="font-size:10px">&#8220;<em>o lábaro que ostentas estrelado</em>&#8230;“<br><strong>André Vallilas</strong><br>22 de maio de 2020</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="280" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/8.webp" alt="" class="wp-image-615 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/8.webp 500w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/8-300x168.webp 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px">“Bandeira brasileira tatuado em um quartel de salvador em 1924”. Foto: Editora veneta.</p>



<p style="font-size:10px">Encontrada em:<br><a href="https://www.vice.com/pt_br/article/8xwxkz/corpos-a-margem-da-sociedade-sao-protagonistas-da-historia-da-tatuagem-no-brasil?fbclid=IwAR0QQKGQW3swpCMmUJK_TRlQIx7G8l9lp0O4TdvbILjmwcOxlVp5FpLk_2Q">https://www.vice.com/pt_br/article/8xwxkz/corpos-a-margem-da-sociedade-sao-protagonistas-da-historia-da-tatuagem-no-brasil?fbclid=IwAR0QQKGQW3swpCMmUJK_TRlQIx7G8l9lp0O4TdvbILjmwcOxlVp5FpLk_2Q</a></p>
</div></div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/10.webp" alt="" class="wp-image-620" width="742" height="827"/></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p style="font-size:10px">Imagem de divulgação <strong>Coalização Negra por Direitos</strong>, 2020.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">&#8220;A Coalizão Negra por Direitos reúne&nbsp;mais de 100 entidades do movimento negro de todo o Brasil&nbsp;na promoção de ações conjuntas de incidência política para o enfrentamento do racismo e do genocídio que recai sobre a população negra.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Pela vida, pelo bem-viver e por direitos, a Coalizão tem atuado em casas legislativas estaduais e municipais, no Congresso Nacional e em instâncias da Organização das Nações Unidas, na construção de um futuro livre de racismo e todas as opressões.&#8221;</p>



<p style="font-size:10px">Acesse: <a rel="noreferrer noopener" href="https://coalizaonegrapordireitos.org.br/" target="_blank">coalizaonegrapordireitos.org.br</a></p>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="498" height="498" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/11.1-Desenho-da-bandeira-da-MUM.jpg" alt="" class="wp-image-622" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/11.1-Desenho-da-bandeira-da-MUM.jpg 498w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/11.1-Desenho-da-bandeira-da-MUM-300x300.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/11.1-Desenho-da-bandeira-da-MUM-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 498px) 100vw, 498px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p class="has-small-font-size"></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">Bandeira do Brasil da&nbsp;<strong>Mocidade Unida da Mooca</strong>. Foto: Romulo Tesi. Mais informações: <a href="http://mocidadeunidadamooca.com.br/">http://mocidadeunidadamooca.com.br/</a></p>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/12-2-1022x1024.png" alt="" class="wp-image-681" width="580" height="581" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/12-2-1022x1024.png 1022w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/12-2-300x300.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/12-2-150x150.png 150w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/12-2-768x769.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/12-2.png 1028w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">Estudos para novos símbolos nacionais, de <strong>Linoca Souza</strong>. Manipulação digital / 40 cm x 30 cm. Ano 2018/2019. Mais informações: <a href="http://www.omenelick2ato.com/">http://www.omenelick2ato.com/</a></p>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" data-id="679" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/13-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-679" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/13-1024x684.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/13-300x200.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/13-768x513.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/13.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="890" height="1024" data-id="626" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/14-890x1024.webp" alt="" class="wp-image-626" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/14-890x1024.webp 890w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/14-261x300.webp 261w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/14-768x883.webp 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/14-1335x1536.webp 1335w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/14.webp 1337w" sizes="(max-width: 890px) 100vw, 890px" /></figure>
</figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">A Bandeira do Brasil da Mangueira, ano 2019 (Foto: Fernando Grilli/Riotur), seguida de imagem de divulgação da fantasia &#8220;Maria das Dores Brasil&#8221;, do desfile de 2020 da <strong>Estação Primeira de Mangueira</strong> (foto: Reprodução).</p>



<p></p>
</div>
</div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:64% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="700" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/15-1024x700.jpg" alt="" class="wp-image-627 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/15-1024x700.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/15-300x205.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/15-768x525.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/15.jpg 1079w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-very-dark-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Bandeira símbolo do <strong>Movimento Mães de Maio</strong>.</p>



<p style="font-size:10px">Mais informações: <a href="https://fundobrasil.org.br/wp-content/uploads/2016/07/livro-maes-de-maio.pdf">https://fundobrasil.org.br/wp-content/uploads/2016/07/livro-maes-de-maio.pdf</a></p>
</div></div>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:64% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="659" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/16.jpg" alt="" class="wp-image-629 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/16.jpg 750w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/16-300x264.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px">Autorx desconhecidx</p>
</div></div>



<div style="height:29px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:64% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="768" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/17.jpeg" alt="" class="wp-image-630 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/17.jpeg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/17-300x300.jpeg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/17-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px">Cartaz de convocação para ato, coordenado por <strong>moradores de favelas do Rio de Janeiro</strong>, denunciando os massacres ocorridos em ações policiais (maio de 2019).</p>
</div></div>



<div style="height:101px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="539" data-id="632" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/19-1.jpg" alt="" class="wp-image-632" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/19-1.jpg 720w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/19-1-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="540" data-id="631" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/18-1.jpg" alt="" class="wp-image-631" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/18-1.jpg 720w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/18-1-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="647" data-id="665" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23333-1024x647.jpg" alt="" class="wp-image-665" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23333-1024x647.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23333-300x190.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23333-768x485.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23333-1536x970.jpg 1536w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23333.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Quinho, 2020</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="815" height="571" data-id="635" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/22.png" alt="" class="wp-image-635" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/22.png 815w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/22-300x210.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/22-768x538.png 768w" sizes="(max-width: 815px) 100vw, 815px" /><figcaption class="wp-element-caption">ANPUH, 2020</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="633" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/20-1.jpg" alt="" class="wp-image-633" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/20-1.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/20-1-300x225.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/20-1-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ribs, 2020</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="552" height="569" data-id="636" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23.jpg" alt="" class="wp-image-636" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23.jpg 552w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/23-291x300.jpg 291w" sizes="(max-width: 552px) 100vw, 552px" /><figcaption class="wp-element-caption">Autorx desconhecidx</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="658" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/24-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-658" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/24-1-1024x1024.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/24-1-300x300.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/24-1-150x150.jpg 150w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/24-1-768x768.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/24-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p style="font-size:10px"></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">Imagem de divulgação do “1° de maio: Dia do trabalhador e da trabalhadora”, criada pelo <strong>Conselho Nacional de Saúde.</strong>&nbsp; A postagem foi feita no Facebook e tinha por título “Luto e luta”.</p>



<div style="height:132px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>
</div>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="638" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/25-1024x576.png" alt="" class="wp-image-638" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/25-1024x576.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/25-300x169.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/25-768x432.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/25.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="639" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/26-1024x576.png" alt="" class="wp-image-639" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/26-1024x576.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/26-300x169.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/26-768x432.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/26.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="640" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/27-1024x576.png" alt="" class="wp-image-640" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/27-1024x576.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/27-300x169.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/27-768x432.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/27.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Frame do filme “Terra para Rose” (Tetê Moraes, RS, 1987). Disponível em: <a href="https://youtu.be/1ZlqjK4K1-0">https://youtu.be/1ZlqjK4K1-0</a></figcaption></figure>
</figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Sinopse: O filme registra a ocupação de uma fazenda no Rio Grande do Sul e investiga as políticas de reforma agrária no Brasil da Nova República e a atuação do MST. Para isso, aborda a história de Rose, uma das líderes cujo sonho é ter um pedaço de terra.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
</div>
</div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:59% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/28-o-rei-da-vela-oswald-andrade-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-641 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/28-o-rei-da-vela-oswald-andrade-1024x768.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/28-o-rei-da-vela-oswald-andrade-300x225.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/28-o-rei-da-vela-oswald-andrade-768x576.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/28-o-rei-da-vela-oswald-andrade.jpg 1049w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-large-font-size"></p>
</div></div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">“O Rei da Vela”, peça de <strong>Oswald de Andrade</strong>, encenada pelo <strong>Teatro Oficina Uzyna Uzona</strong>. Imagem de divulgação do filme homônimo.</p>



<p style="font-size:10px">Mais informações: <a rel="noreferrer noopener" href="https://teatroficina.com/" target="_blank">https://teatroficina.com</a></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>
</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/30.jpeg" alt="" class="wp-image-643" width="336" height="227" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/30.jpeg 619w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/30-300x203.jpeg 300w" sizes="(max-width: 336px) 100vw, 336px" /><figcaption class="wp-element-caption">Arte de <strong>@manoelaczr</strong> e <strong>@eduardotallia</strong>, 2019</figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/29.jpg" alt="" class="wp-image-642" width="326" height="228"/><figcaption class="wp-element-caption">Ilustração <strong>@designativista</strong><br></figcaption></figure>



<p></p>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="545" data-id="644" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/31-1024x545.png" alt="" class="wp-image-644" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/31-1024x545.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/31-300x160.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/31-768x409.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/31.png 1392w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" data-id="645" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/32-1024x575.png" alt="" class="wp-image-645" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/32-1024x575.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/32-300x169.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/32-768x432.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/32-1536x863.png 1536w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/32.png 1922w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="545" data-id="646" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/33-1024x545.png" alt="" class="wp-image-646" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/33-1024x545.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/33-300x160.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/33-768x409.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/33.png 1393w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Frame do filme <em>“Brasil S/A” </em>(Marcelo Pedroso, PE, 2014).</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="756" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/35-Bandeira-Céu-azul-tecido-90-x-130-Foto-Romulo-Fialdini-1024x756.jpg" alt="" class="wp-image-648" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/35-Bandeira-Céu-azul-tecido-90-x-130-Foto-Romulo-Fialdini-1024x756.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/35-Bandeira-Céu-azul-tecido-90-x-130-Foto-Romulo-Fialdini-300x221.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/35-Bandeira-Céu-azul-tecido-90-x-130-Foto-Romulo-Fialdini-768x567.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/35-Bandeira-Céu-azul-tecido-90-x-130-Foto-Romulo-Fialdini.jpg 1169w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">Bandeira: Céu azul, de <strong>Emmanuel Nassar</strong>, Tecido, 90 cm x 130 cm. / Ano 2010. Foto: Romulo Fialdini.</p>



<p style="font-size:10px">Mais informações sobre o artista e a obra: <a href="http://www.emmanuelnassar.com/assets/en-81-18.pdf">http://www.emmanuelnassar.com/assets/en-81-18.pdf</a></p>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="778" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/44-1024x778.png" alt="" class="wp-image-628" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/44-1024x778.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/44-300x228.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/44-768x583.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/44-1536x1166.png 1536w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/44-2048x1555.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">Bandeira de Farrapos, de <strong>Martha Niklaus</strong>. Roupas de moradores de rua / 2.60 x 1.90 m / Ano<strong> </strong>1993</p>



<p style="font-size:10px"><a href="https://www.marthaniklaus.com/bandeira-do-farrapos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.marthaniklaus.com/bandeira-do-farrapos</a></p>



<p></p>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="745" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/43-Bandeira-nacional-atualizada-1024x745.jpg" alt="" class="wp-image-657" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/43-Bandeira-nacional-atualizada-1024x745.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/43-Bandeira-nacional-atualizada-300x218.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/43-Bandeira-nacional-atualizada-768x559.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/43-Bandeira-nacional-atualizada.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">BANDEIRA NACIONAL ATUALIZADA, de <strong>Luana Vitra</strong>. Cimento e lama sobre Americano Cru . 13x18cm.</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Postagem no perfil de facebook da artista:</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">“Esse trabalho é uma tentativa de atualizar a coerência da bandeira do Brasil com o que estamos vivendo em âmbito nacional.<br>Assim colocamos a gravidade do cimento e da lama sobre os corpos dos Americanos Crus, que trazem o desequilíbrio dessas matérias a tona.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">A proposta é trocar a bandeira nacional por essa. Então É UMA BANDEIRA PARA TODO BRASILEIRO TER EM CASA. Que assim, mudamos a bandeira do imaginário coletivo por uma que seja de fato coerente com o que está acontecendo.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Obs: Quando a situação do país for diferente essa bandeira deixará de ser produzida.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Onde comprar sua bandeira nacional atualizada:<br>&#8211; Na galeria @quartoamado<br>&#8211; Na @clovisgaleriacafe<br>&#8211; Ou aqui comigo”</p>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1021" height="1024" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/36-1-1021x1024.png" alt="" class="wp-image-663" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/36-1-1021x1024.png 1021w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/36-1-300x300.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/36-1-150x150.png 150w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/36-1-768x770.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/36-1.png 1525w" sizes="(max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">bandeira nacional #3, de <strong>Jaime Lauriano</strong> / Ano 2015<br>algodão, poliéster e impressão jato de tinta sobre papel-algodão<br>90 x 90 x 4 cm<br>Foto: Gui Gomes</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px"><br>“A série de trabalhos “Bandeira Nacional”, busca subverter – a partir de técnicas de tecelagem artesanal – o controle e a regulação deste símbolo. Ou seja, registrar diferentes maneiras de apropriação e alienação da Bandeira Nacional.” Fonte: <a href="https://pt.jaimelauriano.com/bandeiras-nacional">https://pt.jaimelauriano.com/bandeiras-nacional</a></p>
</div>
</div>



<div class="wp-block-group is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/34-1-1024x747.jpg" alt="" class="wp-image-662" width="579" height="422" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/34-1-1024x747.jpg 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/34-1-300x219.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/34-1-768x560.jpg 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/34-1-1536x1120.jpg 1536w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/34-1.jpg 2012w" sizes="(max-width: 579px) 100vw, 579px" /></figure>



<p></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">Série &#8220;<strong>Amarelo, sei lá&#8230; desespero&#8221; </strong>de <strong>Ítala Isis</strong> (2019). Disponível em: <a href="https://italaisis.wixsite.com/italaisis/amarelo-sei-la-desespero">https://italaisis.wixsite.com/italaisis/amarelo-sei-la-desespero</a></p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Subverter o sentido da bandeira nacional. Série inspirada na entrevista dada pela senhora Dona Benedita da Conceição, uma aposentada de 69 anos que, quando perguntada sobre o significado das cores da bandeira, respondeu: &#8220;O verde é esperança, né? O amarelo, sei lá&#8230; desespero. O azul, eu não sei.&#8221; Inspirada pela resposta de Dona Benedita, desenvolvo a série de ações “Amarelo, sei lá&#8230; desespero”.</p>



<p></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>
</div>
</div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="318" height="409" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/37-1.jpg" alt="" class="wp-image-664 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/37-1.jpg 318w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/37-1-233x300.jpg 233w" sizes="(max-width: 318px) 100vw, 318px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px">Capa do livro Pau-Brasil, livro de  poesia de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oswald_de_Andrade"><strong>Oswald de Andrade</strong></a>, publicado em 1925 pela editora parisiense Au Sans Pareil. A capa foi feita por Tarsila do Amaral, que também ilustrou o livro.</p>



<p></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile"><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px">“Amor, Ordem e Progresso Projeto de Arte Financeira”, de<strong> Lourival Cuquinha</strong> / Notas de real / Ano 2012</p>



<p style="font-size:10px">Mais informações: <a href="https://arteref.com/artista/lourival-cuquinha/">https://arteref.com/artista/lourival-cuquinha/</a></p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="564" height="846" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/39.jpg" alt="" class="wp-image-653 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/39.jpg 564w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/39-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /></figure></div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:63% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/42-a-cura-é-africana-Castiel-Vitorino-Lembrar-daquilo-1024x576.png" alt="" class="wp-image-656 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/42-a-cura-é-africana-Castiel-Vitorino-Lembrar-daquilo-1024x576.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/42-a-cura-é-africana-Castiel-Vitorino-Lembrar-daquilo-300x169.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/42-a-cura-é-africana-Castiel-Vitorino-Lembrar-daquilo-768x432.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/42-a-cura-é-africana-Castiel-Vitorino-Lembrar-daquilo-1536x864.png 1536w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/42-a-cura-é-africana-Castiel-Vitorino-Lembrar-daquilo.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px">Frame do filme “Lembrar daquilo que esqueci” (2020), de <strong>Castiel Vitorino</strong>, visto no site do 1° Festival LGBT Online produzido por pessoas TRANS! (MARSHA): <a href="https://www.youtube.com/watch?v=hyznIkQHn6Y">https://www.youtube.com/watch?v=hyznIkQHn6Y</a></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:63% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="570" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/40-1024x570.png" alt="" class="wp-image-654 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/40-1024x570.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/40-300x167.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/40-768x427.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/40.png 1359w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:10px">Frame do clipe da canção “Sol quadrado” (2020), de <strong>Adriana Calcanhotto</strong>. Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=QwvBtoSRfDM">https://www.youtube.com/watch?v=QwvBtoSRfDM</a></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:63% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/41-parecia-que-nós-não-era-brasileiro-Cadê-edson-2020-Dácia-Ibiapino-1024x575.png" alt="" class="wp-image-655 size-full" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/41-parecia-que-nós-não-era-brasileiro-Cadê-edson-2020-Dácia-Ibiapino-1024x575.png 1024w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/41-parecia-que-nós-não-era-brasileiro-Cadê-edson-2020-Dácia-Ibiapino-300x169.png 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/41-parecia-que-nós-não-era-brasileiro-Cadê-edson-2020-Dácia-Ibiapino-768x432.png 768w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/41-parecia-que-nós-não-era-brasileiro-Cadê-edson-2020-Dácia-Ibiapino.png 1413w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-very-dark-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Frame do filme “Cadê Edson?” (2020), de <strong>Dácia Ibiapina</strong>. Filme estava disponível no site da Mostra Lona: <a href="http://mostra-lona.com.br/">http://mostra-lona.com.br/</a></p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color" style="font-size:10px">Sinopse: O documentário traz as lutas dos movimentos populares em defesa da moraria e sua relação com o governo brasileiro.</p>



<p style="font-size:10px"></p>
</div></div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>
</div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="960" src="http://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/38.jpg" alt="" class="wp-image-652" srcset="https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/38.jpg 960w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/38-300x300.jpg 300w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/38-150x150.jpg 150w, https://www.poeticasdaexperiencia.org/wp-content/uploads/2020/07/38-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px"><em>Okê Oxóssi</em>, de <strong>Abdias do Nascimento</strong> / Acrílica sobre tela / 90 x 60 cm / Ano 1970. Créditos da fotografia: MASP (Museu de Arte de São Paulo)</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>
</div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="&quot;O samba do crioulo doido&quot;, de Luiz de Abreu | 18º Festival Sesc_Videobrasil (2013)" width="1290" height="726" src="https://www.youtube.com/embed/v9wQNT3Q4OQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p style="font-size:10px">O Samba do crioulo doido<strong> </strong>(2004),<strong> </strong>de <strong>Luiz de Abreu</strong>.</p>



<p style="font-size:10px">&#8220;A discriminação racial e sua incidência no corpo negro é o centro da peça performática. A partir de elementos indefectivelmente associados ao negro brasileiro – samba, carnaval e erotismo –, e de referências à Pátria branca, o artista cria imagens que falam de racismo, de transgressão como forma de resistência e da importância do corpo na construção da identidade. Pela força da performance, e valendo-se da ironia e do deboche, quer devolver ao corpo-objeto o sujeito roubado, com sentimentos, crenças e singularidades.&#8221; (Via VideoBrasil)</p>



<p style="font-size:10px">Ver mais em: http://site.videobrasil.org.br/canalvb/video/1773116/O_Samba_do_crioulo_doido_by_Luiz_de_Abreu_18th_Festival</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-vivid-red-color has-css-opacity has-vivid-red-background-color has-background"/>



<p style="font-size:10px"><a href="#_ftnref1">[1]</a> A curadoria da exposição foi feita pelxs professorxs e artistas Janaina Barros, Maria Aparecida Moura e Wagner Leite Viana.</p>



<p style="font-size:10px"><a href="#_ftnref2">[2]</a> Fiz muito esforço para encontrar o nome dele, mas até o momento não consegui. Para saber mais: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2020/05/identidade-de-haitiano-que-disse-a-bolsonaro-que-seu-governo-havia-acabado-e-um-misterio.shtml">https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2020/05/identidade-de-haitiano-que-disse-a-bolsonaro-que-seu-governo-havia-acabado-e-um-misterio.shtml</a></p>



<p style="font-size:10px"><a href="#_ftnref3">[3]</a> Entrevista completa disponível em: <a href="https://racismoambiental.net.br/2018/06/02/ailton-krenak-a-potencia-do-sujeito-coletivo-parte-ii/">https://racismoambiental.net.br/2018/06/02/ailton-krenak-a-potencia-do-sujeito-coletivo-parte-ii/</a></p>



<p style="font-size:10px"><a href="#_ftnref4">[4]</a> Para saber mais sobre o trabalho: https://pt.jaimelauriano.com/bandeiras-nacional</p>



<p style="font-size:10px"><a href="#_ftnref5">[5]</a> Disponível em: <a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46259929">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46259929</a></p>



<p style="font-size:10px"><a href="#_ftnref6">[6]</a> Citação a um comentário de André Brasil em relação a esse texto. Aproveito para agradecer ao André pela leitura, pelas indicações e conversas. Agradeço também a Ingá pela lembrança do amor ausente na frase da bandeira, Alessandra Brito pelas conversas e sugestões,Cláudia Mesquita pela sugestão da cena em <em>Terra Para Rose, </em>e o CachoeiraDoc pelo espaço de conversa dessa ideia, onde foi publicado, em maio de 2020, uma semente dessa proposição: <a href="http://www.cachoeiradoc.com.br/festivalimpossivel/fartura/">http://www.cachoeiradoc.com.br/festivalimpossivel/fartura/</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.poeticasdaexperiencia.org/2020/07/retomar-a-baneira-do-brasil-ou-nossa-badneira-sempre-foi-vermelha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
